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O CASO CANCELLIER

Tipo:

Sessão Especial

Categoria:

Sênior

Local:

ICC - Anfiteatro 10

Data e hora:

19:00 até 21:00 em 26/07/2022

Pessoas


Miriam Pillar Grossi

SBPC/UFSC

Miriam Pillar Grossi é professora titular do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).Atual Presidente da ANPOCS - Associação Nacional de Pó-graduação em Ciências Sociais (2019/2020). Coordenadora Geral do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC. Ocupou a cátedra Ruth Cardoso junto à Columbia University de janeiro a maio de 2017, com apoio da Fulbright/CAPES. Doutora em Anthropologie Sociale et Culturelle - Universite de Paris V (1988), com estágios pós-doutorais no Laboratoire d´Anthropologie Sociale do Collège de France (1996/1998), na University of California-Berkeley e EHESS (2009/2010). Atua nos Programas de Pós-graduação em Antropologia Social e Interdisciplinar em Ciências Humanas e nos cursos de graduação em Antropologia e Ciências Sociais da UFSC. Coordenadora geral do Congresso Mundial de Antropologia (18th IUAES World Congress) realizado de 16 a 20 de julho de 2018 em Florianópolis. Foi vice-presidente da IUAES (International Union of Anthropological and Ethnological Sciences 2013-2018), Presidente da ABA - Associação Brasileira de Antropologia (gestão 2004/2006), representante da Área de Antropologia na CAPES e da Grande área de Humanas no CTC da CAPES (triênio 2001/2004), Professora visitante nas Universidades de Brasilia (1995), Universidad de Chile (2003), EHESS- França (2008) e ISCTE - Portugal (2009). Editora da Revista Estudos Feministas (1999/2001) e membro de conselhos editoriais de revistas no campo dos estudos de gênero e antropologia. Desenvolve pesquisas sobre Politicas Publicas sobre Gênero e Diversidades, História das mulheres antropológas, Metodologias qualitativas de pesquisa e sobre Educação.Coordenadora do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) onde são desenvolvidas pesquisas no campo das teorias queer e feminista sobre os temas de violências contra mulheres e lesbo-trans-homofobia; identidades, parentalidades e conjugalidads LGBTTT; arte homoerótica; amor; gênero e sexualidade na escola; religiões e sexualidades;politicas públicas e moviimentos feministas e LGBTTT.

João Carlos Salles Pires da Silva

João Carlos Salles Pires da Silva

Universidade Federal da Bahia

Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (1985), Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (1992) e Doutor em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (1999), é atualmente professor titular do Departamento de Filosofia da UFBA, no qual passou a lecionar em setembro de 1985, nele ingressando por concurso em 1990. Foi Chefe do Departamento de Filosofia (1999-2001), Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (2001-2006 e 2008-2009), Coordenador de Pesquisa da UFBA (2006-2008) e Diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (2009-2014). Desde agosto de 2014, exerce o cargo de Reitor da Universidade Federal da Bahia, tendo sido reeleito para mandato de 2018 a 2022. Foi eleito membro da Diretoria da ANDIFES como Vice-Presidente, em julho de 2018, para mandato de um ano; e, em julho de 2019, também para mandato de um ano, foi eleito Presidente da ANDIFES (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior). Entre outros livros, publicou A Gramática das Cores em Wittgenstein (2002), O Retrato do Vermelho e Outros Ensaios (2006), O Cético e o Enxadrista: Significação e Experiência em Wittgenstein (2012), Filosofia, Política e Universidade (2016), A Cláusula Zero do Conhecimento: Estudos sobre Wittgenstein e Ernest Sosa (2017), Análise & Gramática: Mais estudos sobre Ernest Sosa e Wittgenstein (2018) e Universidade Pública e Democracia (2020). Também restabeleceu e traduziu o texto das Anotações sobre as Cores, de Wittgenstein, publicado em edição bilíngue pela Editora da Unicamp, em 2009. Sua experiência na área de filosofia volta-se, sobretudo, na perspectiva da epistemologia e da filosofia da linguagem, para a história da filosofia moderna e contemporânea, com ênfase no empirismo clássico e na obra de Ludwig Wittgenstein, bem como na obra de Ernest Sosa. Desenvolve pesquisa (Conhecimento, análise e ação: A teoria da normatividade télica na epistemologia de Ernest Sosa) com bolsa do CNPq, tendo coordenado, de 2010 a 2016, o PRONEX Filosofia e Ciências (FAPESB/CNPq), associado à pesquisa atual e a projetos de pesquisa anteriores. É membro titular fundador da Academia de Ciências da Bahia (a partir de 2011) e membro da Academia de Letras da Bahia, na qual, eleito em 2014, ocupa a cadeira 32, cujo patrono é o cachoeirano André Pinto Rebouças. Além disso, é líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Filosofia Moderna e Contemporânea, ao qual se vincula o Grupo de Estudos e Pesquisa Empirismo, Fenomenologia e Gramática (http://www.efg.ufba.br), em funcionamento regular desde 2000. E, tendo sido por dois mandatos presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF), de outubro de 2002 a dezembro de 2006, presidiu a Sociedade Interamericana de Filosofia (SIF) de outubro de 2013 a outubro de 2019.