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A QUESTÃO DE GÊNERO NO BRASIL SOB AS PERSPECTIVAS DOS ODS 2030

Tipo:

Mesa-redonda

Categoria:

Sênior

Local:

ICC - Anfiteatro 17

Data e hora:

19:00 até 21:30 em 27/07/2022

Pessoas


Laila Salmen Espindola

Laila Salmen Espindola

Universidade de Brasília

Farmacêutica graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto (1984). Mestre em Biologia Vegetal-Florestas Tropicais/ Palinologia pela Université de Paris VI - Pierre et Marie Curie (1990) - França. Doutora em Ciências da Vida pela Université de Paris VI - Pierre et Marie Curie (1995), França, como bolsista CAPES. Pós-doutorado no National Cancer Institute / NCI - National Institutes of Health / NIH (2014-2015), Estados Unidos, como bolsista CNPq. Professora da Universidade de Brasília (UnB) desde 1998 - Associado IV. Coordenadora do Laboratório de Farmacognosia da Universidade de Brasília, e de seu Anexo Laboratório Professor José Elias de Paula, desde 1998. Chefe do Departamento de Farmácia / Faculdade de Ciências da Saúde da UnB (mandato 2016-2018). Coordenadora do grupo de pesquisa CNPq - Biofármacos, desde 2002, com autorização para as atividades de Acesso ao Patrimônio Genético. Coordenadora do Componente 1 do Projeto ArboControl - Pesquisa para o controle do vetor Aedes aegypti. Professora Visitante no Centre National de la Recherche Scientifique, CNRS, Guiana Francesa (2009). Professora Visitante na Université des Antilles et de la Guyane, UAG, Guadalupe (2010, 2013 e 2016). Professora Visitante na Université Paris V - Paris Descartes, França (2012 e 2013). Foi Vice-Presidente (mandatos 2009-2011 e 2011-2013) e Presidente (2013-2015) da Sociedade Brasileira de Farmacognosia (SBFgnosia). Foi Membro do Conselho Consultivo na área Ambiental da Sociedade Brasileira de Biotecnologia (2009-2012). Atualmente é Conselheira da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC (quadriênio 2015-2019) e Conselheira do CGen - Conselho de Gestão do Patrimônio Genético/ Ministério do Meio Ambiente. Membro da American Society of Pharmacognosy (ASP), da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research (GA), e da Association Francophone pour l'Enseignement et la Recherche en Pharmacognosie (AFERP). Coordenadora do projeto de Internacionalização das Sociedades - SBFgnosia (Brasil), ASP (Estados Unidos) e AFERP (França) - CNPq. Em 2016, foi agraciada com a Medalha Escola de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto. Membro do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas/UnB e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde/UnB. Revisora de periódicos nacionais e internacionais. Possui colaborações no Brasil e no exterior. Desenvolve pesquisa em farmacognosia / química de produtos naturais com ênfase na atividade de extratos e substâncias da biodiversidade em agentes patogênicos de doenças infecciosas, ou para o controle de vetores envolvidos na transmissão das arboviroses, e em câncer.

Lia Zanotta Machado

Lia Zanotta Machado

Universidade de Brasília

Doutora em Ciências Humanas (Sociologia) pela Universidade de São Paulo (1980), com graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1967), mestrado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1979) e pós-doutorado na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS/Paris) (1994). Professora Titular de Antropologia da Universidade de Brasília desde 1996,é atualmente Pesquisadora Colaboradora Sênior desde 2014.Foi coordenadora da área de antropologia e arqueologia da CAPES de 2011 a 2014. Ex-Conselheira do Conselho Nacional dos Direitos das Mulher e ex-membro de comitê de monitoramento da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres.(2005 a 2008). Foi Professora Visitante da Universidade de Columbia na Cátedra Ruth Cardoso (2009-2010) e na Universidade do Chile (2002) na Cátedra Rio Branco.Atualmente é Presidente da Associação Brasileira de Antropologia na gestão 2017/2018.Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Teoria Antropológica, atuando principalmente nos seguintes temas: violência contra a mulher, saúde e direitos reprodutivos, violência domestica, gênero e família, antropologia do gênero, antropologia das políticas públicas de saúde e segurança, práticas jurídicas, e relações entre Estado e movimentos sociais no Brasil e América Latina.

Aldo José Gorgatti Zarbin

Aldo José Gorgatti Zarbin

Universidade Federal do Paraná

Graduado (1990), mestre (1993) e doutor (1997) em Química pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Pós-Doc no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (1997-1998). Professor Titular do Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná (início em março/1998), onde é líder do Grupo de Química de Materiais (GQM) daquela instituição. Foi duas vezes coordenador do Programa de Pós-Graduação em Química da UFPR (2002-2004 e 2011-2012). Foi Presidente da Sociedade Brasileira de Química (2016-2018), onde atualmente é membro do Conselho Consultivo (2018-2020). Membro do conselho consultivo da SBPC (2021-2025). Membro titular da Academia Brasileira de Ciências. É Fellow da Royal Society of Chemistry (RSC). Foi editor Associado do periódico Química Nova de setembro/2008 a abril/2016, e editor do Boletim Eletrônico da SBQ no biênio 2012-2014. Desde 2016 é membro do Advisory Board do periódico Materials Horizons, da RSC. Orientador da tese vencedora do Prêmio CAPES de tese na área de Química em 2015, e da tese agraciada com menção honrosa na área de Química no Prêmio CAPES de tese de 2014.. Foi membro do comitê gestor da Rede Nacional de Nanotubos de Carbono (2006-2010), coordenador do projeto PRONEX "Núcleo de Excelência em Nanoquímica e Nanomateriais (NENNAM, 2010-2016)", e atualmente (2016-2022) é o vice-coordenador do "Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Nanomateriais de Carbono". Membro Titular do Comitê de Assessoramento da Química (CA-Química) do CNPq (06/2018-06/2021), sendo coordenador em 2019 e 2020. Membro de vários comitês temáticos de assessoramento em nanotecnologia do CNPq (2005, 2011 e 2012) e da FINEP (2004, 2005, 2010). Membro titular do conselho consultivo da FINEP (2018-2021). Reconhecimento Mérito Acadêmico da UFPR em 2011, 2015 e 2016, e eleito personalidade do ano na área de Ciência e Pesquisa pelo Diário Comércio e Indústria do Paraná (2017-2018). Suas principais linhas de pesquisa estão relacionadas à síntese e caracterização de materiais em escala nanométrica (como nanotubos, grafeno e outras formas de carbono, nanocompósitos, nanopartículas metálicas, polímeros condutores e óxidos de metais de transição) em interfaces líquido/líquido, e estudo da aplicação destes nanomateriais em sensores, dispositivos fotovoltaicos, baterias, capacitores e catalisadores.

Flávia Biroli

Flávia Biroli

Rede Brasileira de Mulheres Cientistas

Flávia Biroli é professora associada do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), pesquisadora do CNPq e, atualmente, presidenta da Associação Brasileira de Ciência Política (2018-2020). Foi editora da Revista Brasileira de Ciência Política (2009-2017), fez parte do Comitê Editorial da Revista Brasileira de Ciências Sociais e foi editora associada da revista Politics & Gender (2019-20). Fez parte do Grupo de Assessoras da Sociedade Civil da ONU Mulheres (2016-2017). Entre seus livros se destacam: Autonomia e desigualdades de gênero: contribuições do feminismo para a crítica democrática (Eduff e Horizonte, 2013); Feminismo e democracia (com Luis Felipe Miguel, Boitempo, 2014), Família: novos conceitos (Perseu Abramo, 2014); e Gênero e desigualdades: limites da democracia no Brasil (Boitempo, 2018).