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INDEPENDÊNCIA CIENTÍFICA PARA UM BRASIL MAIS FORTE: PAPEL DA MUTAGEN (MUTAGEN-BR)

Tipo:

Painel

Categoria:

Sênior

Local:

Remoto

Data e hora:

19:00 até 21:00 em 27/07/2022

Este painel contará com 5 pesquisadores, de diferentes áreas da MutaGen, abordando a importância e necessidade da ciência para uma real independência do país. Serão abordados temas como: i) importância da flora nativa busca de novos medicamentos e os constantes incêndios florestais; ii) a importância da mutagênese regulatória, trazendo o que se tem de regulação e o que se tem de capacidade instalada no Brasil para atender a esta regulação; iii) a importância da mutagênese para o agronegócio, área que representa 1/3 do PIB do país e a ação da CTNBio; iv) da importância de investimentos na área área básica para a compreensão de doenças negligenciadas, como por exemplo Tripanossoma cruzi e a Doença de Chagas; v) dos problemas de saúde gerados pela exposição ocupacional, bem como da importância dos financiamentos públicos para pesquisada.

Pessoas


João Antonio Pêgas Henriques

InnVitro Suporte e Gestão em Toxicologia

João Antonio Pêgas Henriques é graduado em Farmácia e Bioquímica pela UFRGS (1970); Mestre em Biofísica pelo Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, UFRJ (1974); Docteur DEtat et Sciences Naturelles no Institut Curie - Univesité Paris XI, França (1981); Pós- Doutorado no Institut für Mikrobiologie, da J. W. Goethe Universität, Frankfurt, Alemanha (1989). Foi professor titular do Departamento de Biofísica, Fisiologia e Farmacologia da UFRGS (1986-2003) e atualmente é Professor Titular colaborador convidado junto ao Departamento de Biofísica, coordenando o Laboratório de Reparação de DNA de Eucariotos. É professor orientador nos Programas de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular e Genética e Biologia Molecular (orientador colaborador) da UFRGS, Professor Titular e orientador no PPG de Biotecnologia do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul, RS.- UCS e Professor orientador do PPG Biotecnologia e PPG Ciências Médicas (orientador colaborador) da Universidade do Vale do Taquari, RS - UNIVATES. No país, é pesquisador nível 1A do CNPq desde 1993 e membro Titular da Academia Brasileira de Ciências na área de Ciências Biológicas; atua como assessor do CNPq, CAPES e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Foi o primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Mutagênese, Carcinogênese e Teratogênese Ambiental. Participa também como Membro Associado das Sociedades Brasileiras de Genética, Bioquímica e Biofísica. Foi membro do Comitê Assessor - BF (Biofísica, Bioquímica, Fisiologia e Farmacologia) do CNPq, Diretor Nacional e Binacional do Centro de Brasileiro-Argentino de Biotecnologia (MCT/CNPq) e Representante da Área de Ciências Biológicas I CAPES, 2001 -2003. No seu Estado, participou como Membro do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia e como Diretor Presidente da FAPERGS. É consultor e revisor de uma série de periódicos internacionais na área de genética toxicológica, farmacologia e toxicologia celular e molecular. Suas áreas de atuação incluem reparação de DNA em diversos organismos, com ênfase em leveduras e células de mamíferos, toxicidade genética nos âmbitos de novas moléculas naturais e sintéticas com potencial farmacodinâmico, monitoramento ambiental e risco ocupacional e desenvolvimento biotecnológico. Sua principal linha de pesquisa atualmente envolve a investigação de proteínas implicadas na reparação das pontes intercadeias ao DNA e nos mecanismos moleculares do reparo de danos ao DNA gerados por novas drogas anticâncer. Pioneiro na prestação de serviço na área de avaliação do potencial genotóxico de agrotóxicos, fármacos e amostras ambientais, trabalhando de acordo com os princípios de Boas Práticas de Laboratório - BPL, sendo até hoje referência nacional no assunto. Publicou 342 artigos científicos completos em revistas científicas internacionais especializadas (SCOPUS, citações: 10048 - Índice H: 53 - 351 - ARTIGOS;) 15 revisões internacionais e 18 capítulos de livros. Orientou mais de uma centena de estudantes de iniciação científica, formou 79 mestres e 81 doutores e supervisionou 12 pós-doutorados a maioria atuando em Universidades e Institutos de Pesquisa públicos e privados e em Universidades do exterior.